A escolha do CMS (Upgrade)

Julho 15, 2008 · 15 Comentários

Eu ainda continuo divagando, procurando respostas, e (olha como sou teimosa!) expressando minha opinião sobre aquilo que ainda não sei. Minha divagação continua em CMS.

Pela minha experiência pessoal, acredito que existem alguns caminhos para escolha do CMS. Eu conheço três: CMS proprietário, CMS de código aberto ( software livre) e ainda o desenvolvimento do zero. Atenção: Essa informação é resultado da minha experiência pessoal, não se trata de uma reportagem, artigo ou texto informativo, ok? Há especialistas em programação que podem lhe explicar melhor sobre as opções de CMS.

Quando decidi montar o site, eu sabia que queria código aberto e iria pagar a licença pelo uso ou desenvolvimento. Minha dúvida era se tal desenvolvimento podia ser em PHP, Java ou Ajax. Agora, descobri que pode! No passado, só ouvia a siglinha PHP. Pelo que entendi a linguagem mais usual para web sites é PHP. Ufa! Conhecimento assimilado e nova questão: você precisa entender as vantagens de cada linguagem?

Entender as diferenças entre PHP, Java e Ajax realmente não é crucial para montar seu web-site, mas no mínimo precisa saber das vantagens de cada linguagem (características de cada tecnologia). Antes de decidir entre elas, entretanto, é crucial que você pense no perfil dos programadores atuais do mercado brasileiro porque desenvolvimento exige suporte, certo? E hoje sabe-se que há um volume representativo de programadores em PHP, mas alguém sabe responder a proporção de especialistas nas respectivas linguagens pra fazer site de conteúdo? Detalhe: que seja acessível para empreendedores amadores, ok?

Não tinha em mente, entretanto, que o desenvolvimento poderia ser baseado em um dos CMS de código aberto disponíveis. Detalhe: apesar de ler e ouvir muita informação sobre os tais CMSs de código aberto do mercado. Por essa razão, talvez, nunca tenha ouvido muita coisa que profetizavam ao meu lado nem feito a pergunta certa. Só agora as informações soltas tornaram-se o seguinte conhecimento: seu sistema de publicação pode ser customizado. Para isso, você tem a tal montanha de CMS ( link indicado pela Lúcia Freitas), os quais são escritos em diferentes linguagens Java, PHP, Ajax, entre outras. Ufa! Esse processo foi bastante dolorido e a descoberta dele me fez escrever o post Como não fazer um site de Mídia Social (CMS) , bastante confuso (é verdade), mas extremamente real e verdadeiro. E minha grande indagação a partir desta descoberta é: Como descobrir os propósitos dos CMSs mais importantes para entender qual é o mais adequado para atingir seus objetivos?

Qual deles devo usar? E quanto custará a customização de cada um deles? Essa é uma encruzilhada complicada se você não tiver nenhum conhecimento sobre CMS nem um amigo do amigo que sabe tudo, mas tudo mesmo sobre sistemas de publicação.  Explico: você só entra nesta etapa da escolha do CMS depois que, no mínimo, teve uma idéia, transformou ela em projeto, estabeleceu os objetivos, descobriu o básico da Arquitetura de Informação ( leia esse tutorial, muito bom!)  e a partir desses objetivos definidos pode escolher um CMS mais adequado para seu site de conteúdo. Mas qual deles é o mais adequado com seus objetivos?

No extinto blog Metamorfose, eu comecei a escrever posts a partir da leitura de blogueiros especialistas e, na leitura que tive do Arquivo de Bruno Alves, a relação da escolha do CMS e o estágio do blogueiro ficaram bastante claras. Então, concluir que a escolha do CMS para sites de conteúdo têm uma relação importante pode não ser idiota nem confusa. Ou seja, entender o propósito de cada CMS pode lhe ajudar muito na hora da sua decisão pelo sistema de publicação. É por isso que afirmo no post abaixo: Primeiro responda o que é o seu site? E descubra se você precisará de Joomla ou Drupal. E acrescento: Ou, talvez, WordPress, Plone, Pligg…

Eu já comecei a questionar blogueiros especialistas sobre os propósitos e enfâses dos CMS de códigos abertos mais importantes, mas se você tem espirítio colaborativo, dê sua opinião aqui e agora. Lendo blogs e conversando com alguns amigos, já descobri algumas coisas ( além da tabelinha citada acima) li muito sobre o quanto o sistema WordPress é mais otimizado (SEO) que os outros. Enfim, se o Woprdpress é ideal pra quem prioriza SEO, qual sistema é ideal para quem vai montar um site de produção de conteúdo coletivo?

Outra conclusão sobre o WordPress é sua referência como melhor sistema de publicação para blogs. É bom lembrar, entretanto, que o site do Ministério da Cultura é feito em WordPress. Não estou afirmando que WordPress é SÓ pra blogs, mas apenas que é um sistema que tornou-se referência para essa forma de se comunicar na web, ok?

Óbvio que você jamais conseguirá saber da ênfase de todos CMS (não estou falando que isso é necessário, peloamordedeus!). É bom, entretanto, que você saiba quais são os sistemas mais utilizados na área em que atua. Então, responda-me: quais são os CMS mais utilizados pelos sites de conteúdo? Eu não sei. Alguém sabe?

Ouvi falar muito do Zope quando atuava dentro da redação online (2000-2005), mas tem de tudo nessa área, inclusive muitas soluções proprietárias como a Notitia (já ouvi que a Veja tinha utilizado tal sistema, mas nunca confirmei). O site do Master em Jornalismo,  foi desenvolvido em Ajax e a Agência Brasil, em Plone. O Centro de Media Independente foi desenvolvido em Java com CMS mir indymedia

E quais são os CMS mais utilizados pelos sites de produção coletiva de conteúdo?
O James Della Valle apresentou, nesta semana, o Futebar na lista do JW que utiliza o CMS Pligg que de acordo com ele é o mesmo utilizado pelo Overmundo e LinkkUpgrade:ATENÇÃO: o Overmundo foi desenvolvido em PHP do zero, segundo informa Felipe nos comentários deste post. Conversei com ele via email e obtive a informação que ele faz parte da equipe do site. Ele ainda informa que: “o sistema é distribuído gratuitamente em GPL, e nas próximas semanas devemos publicar uma versão muito mais amigável que a atual, completamente reescrita, facilitando a adaptação e o uso por outros sites”.  O Radar Cultura foi desenvolvido em Drupal. Vocês conhecem algum site de conteúdo nacional em Joomla?  Existe alguma lista de sites de conteúdo com seus respectivos sistemas? Essas são minhas dúvidas e buscas de agora. Daqui meia hora, um mês ou amanhã tudo isso poderá não ter nenhum sentido pra mim. E pra você  tem algum sentido?

Links Relacionados:
Como Não Fazer um site de Mídia Social? ( CMS)
Como fazer um site de Mídia Social?

Categorias: Sistemas
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15 respostas Até agora ↓

  • felipevaz // Julho 16, 2008 às 2:26 pm | Responder

    oi Ceila, parabéns pelo artigo!

    só uma correção em relação ao apontado em relação ao Overmundo: ele foi desenvolvido do zero em PHP, não tem absolutamente nada a ver com o Pligg (e nem poderia, porque o funcionamento geral é muito diferente)

    o sistema é distribuído gratuitamente em GPL, e nas próximas semanas devemos publicar uma versão muito mais amigável que a atual, completamente reescrita, facilitando a adaptação e o uso por outros sites

    abraço!

  • Cadu de Castro Alves // Julho 16, 2008 às 3:44 pm | Responder

    Ceila,

    Caramba! Quanta confusão nessa cabecinha, hein?

    De uma vez por todas: o CMS a ser escolhido vai de acordo com as suas necessidades. Vou tomar como exemplo Joomla e WordPress (WP), que são os mais usados.

    O Joomla é um CMS focado em grandes portais (Ex.: Globo.com, Terra, UOL). Traz consigo uma séria de componentes que facilitam (muito!) a criação e gerenciamento de um grande portal.

    O WordPress foi concebido como CMS para blogs. Esse é o seu foco. “Ah! Mas porque tem um monte de portal usando WordPress?” A resposta é simples: pela sua simplicidade. O WordPress é muito, muito simples de instalar, aprender, usar e (aqui vem o seu grande diferencial) personalizar.

    Ao longo dos anos, muitos usuários começaram a utilizá-lo como CMS pois, apesar de sua simplicidade, atende bem ao que muita gente precisa. O Joomla, em sua instalação mais simples, é muito, muito grande, possui muitos arquivos que muitas vezes não são utilizados.

    E quanto ao CMS personalizado, ou seja, aquele feito de acordo com o que precisamos?

    Bom, na minha opinião, eu acredito ser desnecessário criar algo do zero ou, como costumamos dizer, reinventar a roda. Existem por aí centenas de CMS’s excelentes. Acho muito difícil existir um que não atenda às suas necessidades mais básicas.

    É certo que, em algum momento, você vá precisar de algo que um desses sistemas não dispõe. Entretanto, como a maioria deles possui código aberto (open source), isso te dá possibilidade de desenvolver o que você precisa e adicionar a nova funcionalidade ao sistema.

    Espero tê-la ajudado!

  • ceilasantos // Julho 16, 2008 às 5:38 pm | Responder

    Olá Felipe, muito obrigada pela sua participação! Já vou fazer um upgrade no meu artigo. Você faz parte da equipe do Overmundo? Se sim, parabéns pelo projeto e espero poder ter outras conversas contigo, tanto virtuais como pessoalmente. Obrigada!

    Cadu, você ajudou muitoooooooo e preencheu várias lacunas na minha cabecinha confusa. Mas ainda restou uma dúvida: o personalizar do wordpress deve ter suas limitações, ou não? Minha questão pessoal é o wordpress suportaria elementos de cadastros, perfis e de uma dinâmica tão grande cheia de categorias na estrutura do conteúdo para um site que tem foco em produção de conteúdo coletivo, ou não?
    Muito obrigada a ambos e prazer em conhecê-los. Espero em breve ter tempo para conhecer seus respectivos blogs.Valeu!

  • josé murilo junior // Julho 17, 2008 às 3:36 pm | Responder

    Olá Ceila,

    Apenas para acrescentar algumas outras variáveis que podem influenciar a escolha do cms.

    1) O que o conceito web 2.0 traz de novidade é que a Internet passa a ser vista como um ambiente ‘read-write’, ou seja, em termos de conteúdos, todos potencialmente podem colaborar.

    2) Quando escolhemos o wordpress para ser utilizado como cms no Ministério da Cultura, o diagnóstico indicava a descentralização do gerenciamento de conteúdo. Ou seja, as áreas finalísticas da instituição deveriam se apropriar da ferramenta de comunicação web, de preferência fazendo uso intensivo do potencial de interatividade cada dia mais explorado pelas novas funcionalidades que aparecem diariamente na rede.

    3) Uma rápida avaliação do sucesso de alguns serviços típicos da web 2.0 (youtube, flickr, blogs em geral) indica que a facilidade de uso é o grande diferencial para a adoção, e que em um segundo momento, o volume de participação passa a retroalimentar o sucesso do serviço.

    Portanto, em uma situação onde o sucesso de um projeto web está baseado em uma rede de colaboradores de conteúdo ativa eengajada, a facilidade de uso e de treinamento nas ferramentas de publicação constituem vantagem estratégica.

    Neste aspecto, conta também a flexibilidade de customização de sub-áreas, tanto em termos de layout como na definição da arquitetura de informação, e também na configuração de funcionalidades específicas diferenciadas.

    Eu costumo dizer que uma ferramenta de blog coloca a experiência do usuário publicador no centro do processo, enquanto CMSs tradicionais privilegiam a visão centralizada do gestor de conteúdo. Enquanto no primeiro o colaborador tem sua autonomia empoderada pelo próprio conceito de desenvolvimento, em CMSs clássicos o controle e gerenciamento central é privilegiado.

    Na medida em que conseguimos desenvolver plugins que atenderam nossas demandas de integração das várias instâncias geradoras de conteúdo no ministério, posso dizer que hoje estamos encantados com a resposta do wordpress como solução para o gerenciamento de conteúdos na web, para o nosso caso.

    Quero dizer ainda que tudo o que estamos desenvolvendo para o wordpress está sendo disponibilizado no blog Xemelê (http://xemele.cultura.gov.br/web/), e em breve estaremos lançando uma no ‘Portal do Software Público’ para reunir todos aqueles que venham a enxergar valor na proposta.

    Saudações.

  • ceilasantos // Julho 17, 2008 às 11:54 pm | Responder

    Zé Murilo,
    é uma honra tê-lo aqui nos comentários do meu blog. obrigada! ficou claro a partir da sua explicação que o wordpress permitiu a descentralização, o que é o mesmo objetivo de quem tem projetos de produção de conteúdo coletivo. Também a facilidade do uso é crucial para permitir que os internautas façam suas colaborações em sites colaborativos como é o caso do meu projeto, o Desabafo de Mãe, mas existe plugin pra suportar o número de perfis e cadastros e filtros que exigem um site onde o internauta será produtos do conteúdo?

  • Alexandre // Julho 18, 2008 às 2:01 am | Responder

    Cada projeto tem propósitos e características distintas e, portanto, influencia totalmente na escolha da solução mais adequada.

    Posso falar de duas soluções que é do meu conhecimento: WordPress e Drupal. O WordPress é um CMS voltado para publicação de blogs que pode fazer o papel de CMS para sites institucionais. As principais características dele são a facilidade de uso (interface bem amigável e simples), simplificação da tarefa de customização do site e facilidade de instalação de “acréscimos” (há milhares de plugins disponíveis prontos para o uso).

    O Drupal, por sua vez, é uma solução mais flexível e robusta (pode ser usado para pequenos sites ou grandes portais). Vejo nele duas vantagens. Em primeiro lugar, a criação de módulos a partir do Drupal. Há muita coisa pronta, mas com um pouco de conhecimento em PHP é possível criar módulos personalizados. Em segundo lugar, o Drupal tem uma comunidade muito forte de desenvolvedores no Brasil. Talvez esse seja seu principal trunfo, o que garante permanência e atualização desse sistema por muito tempo.

  • Marcelo // Julho 18, 2008 às 3:01 am | Responder

    Se voce esta pensando em criacao coletiva, acho que deveria pensar em algum sistema similar ao Wikipedia.

  • caru // Julho 18, 2008 às 3:43 pm | Responder

    Ceila,
    que bom ler este seu artigo, assim como o anterior. Vou fazer um comentário breve aqui, mas prometo que logo mais acrescento outras informações.
    Então, minha tese tem como objeto justamente os CMS aplicados ao Ciberjornalismo. Procuro sistematizar o processo de produção ciberjornalístico e compreender como os CMSs (e outras ferramentas automatizadas) passaram a ser utilizados e modificaram o sistema de produção como um todo.
    Realizei uma pesquisa com os pesquisadores espanhóis, brasileiros e estadunidenses de jornalismo digital, perguntando que sistemas utilizam e conhecem ou desenvolveram. Em um dos capítulos da tese, mapeio os CMSs mais conhecidos, são cerca de 120. Os mais robustos (para grandes empresas de comunicação), não são os generalistas desenvolvidos pelas Comunidades Open SOurce e de SOftware Livre. São CMSs desenvolvidos por empresas de computação já com algumas funcionalidades específicas para o fluxo informacional jornalístico.
    Dos CMSs generalistas, somente projetos muito inovadores precisam de CMSs começando do zero, para a publicação de conteúdos multimidiáticos, basta adaptar plugins, desenvolver módulos específicos e está ok. Na Plataforma de Publicação e Ensino do Panopticon, no GJOL; começamos do zero, porque queríamos uma plataforma com vários sites e diversas programações visuais.
    Bom, mas para publicação generalista fora de uma empresa de comunicação, ou seja, sem as rotinas e funções e um processo de produção bem definido, os CMSs generalistas são perfeitamente satisfatórios (associando vídeos, áudios e outras formas de tornar a narrativa multimidática com ferramentas e sistemas externos). Para projetos de jornalismo colaborativo, os níveis de acesso precisam ser avaliados, conforme conversamos no projeto do Publico.
    Há parâmetros para se analisar os CMSs de acordo com o projeto que vc possui.
    Após a defesa de minha tese, estarei procurando publicá-la, mas independente disso, vamos falando :-)
    Ah, outro capítulo é sobre a arquitetura da informação.

    Também concordo que é importante se ter tais informações mais facilitadas para os jornalistas e ciberjornalistas. :-)

    Um abraço grande.
    caru.

  • Felipe // Julho 21, 2008 às 5:31 am | Responder

    Antes de tudo, que discussão interessante. São raros os casos em que o debate acrescenta mais que o post.

    Para você entender soluções prontas, seja de CMS ou qualquer outra que seja, vou apresentar uma metáfora reduzida que ouvi de um amigo e que elucida bastantes as coisas.

    Se você precisa matar uma mosca, você utiliza um inseticida, certo? Para matar um elefante, você pode utilizar um canhão. Agora, digamos que você deseja matar estes dois animais e a única arma que tem em mãos é uma espingarda. Você irá sofrer para acertar a mosca e irá ser pouco para matar um elefante.

    As soluções prontas, mesmo as proprietárias, são espingardas. E, até o momento, não há caso de uma solução flexível o suficiente para atender as exigências de um projeto normal.

    O que você pode fazer então? Tratar teu site como uma raposa, cuja morte pode ser facilmente providenciada por uma espingarda, assim como fez o ministério da cultura.

    Você pode até navegar pelas inúmeras extensões oferecidas pela comunidade do WordPress ou Drupal ou qualquer que seja, mas você estará no caminho de cobrir o sol com a peneira.

    Acredito que o que você deva fazer é selecionar dois CMSs muito bem cotados (sugeriria WordPress e Drupal) e imaginar como o seu site se encaixa neles. Toda essa parafernália de requisitos não será facilmente aplicada no WP e poderá até ser resolvida com o Drupal (imagino). Depois, compare o trabalho/custo de contratar alguém que tenha experiência no CMS escolhido mais a necessidade de adaptar partes do seu desejo inicial com seu CMS, com o trabalho/custo de desenvolver em PHP com algum profissional exatamente aquilo que você quer.

    Pelo que vejo no site, você não precisa do que os CMSs bombados têm para oferecer, a necessidade é de uma série de funcionalidade mas bem pontuais.

    Se ainda possui dúvidas sobre o futuro do seu site, pergunte à suas usuárias sobre melhorias no site. O caminho ficará mais claro.

    Por fim, adorei o “Desabafo de mãe”, fiquei muito impressionado com o site e aposto que sua função em auxiliar mães desesperadas é cumprida satisfatoriamente.

    Qualquer auxílio, você tem meu e-mail.

  • Sérgio F. Lima // Agosto 15, 2008 às 10:11 am | Responder

    Opa Célia!

    [mopde chato on]
    Esse plugin snap é um saco eu não quero ver uma mini página de cada link pulando na minha cara!
    [mode chato off]

    A impressão que tive ao ler sua inúmeras divagações é que você realmente acha que a tecnologia é mais importante que o peopleware! Eu acho que ferramenta (cms) não é o centro…

    Se fosse dar um único conselho, seria: permaneça simples! escolha o sistema mais simples e versátil que existir, em código aberto (só há dois motivos pra alguém optar por código fechado: Ou não domina bem a tecnologia ou está na folha de pagamento do fabricante do softwate.

    Pense no agora e no futuro também, na escolha da tecnologia/linguagem (mais uma vez peopleware é mais impoprtante que a linguagem escolhida!)

    É isso!

  • ceilasantos // Agosto 15, 2008 às 6:14 pm | Responder

    Oi Sérgio,
    eu não acho que tecnologia é mais importante que peopleware nem que peopleware é mais importante que tecnologia. A única coisa que faço aqui é divagar sobre meus desafios. Só isso!

    Escolha de CMS é MUITO IMPORTANTE, mas não é o foco de um projeto web. ela é consequência do foco do seu projeto. Se vc determina que o centro do projeto é peoplaware ou quaqluer outra estratégia e a partir disso define os recursos para atingir seu foco, vc precisará disso para operacionalizar a idéia.

    E a operação disso acontece a partir da escolha da CMS. por isso, saber o escolher de acordo com aquilo que você quer é um desafio pra quem não tem conhecimento técnico.

    Imagino que numa empresa esse processo é mais simples pq enqunato técnico avalia a plataforma a partir do que o estrategista define o que ele quer isso nem é trazido á tona pq é tão natural, tão claro, faz parte da cadeia. Mas, no mundo de profissionais liberais que tem conhecimentos específicos, esse processo comum torna-se um desafio porque ele nem sempre ele tem todas as competências agora e a busca do conhecimento pode talvez lhe dar essa impressão que vc teve.

    esse texto foi escrito há um tempinho. Mas, hoje o estágio atual é avaliar drupal ou wordpress. Muito obrigada pela participação!

  • ceilasantos // Agosto 15, 2008 às 6:20 pm | Responder

    Olá Felipe, desculpe a demora em lhe dar retorno. adorei seu comentário. Será um prazer falar com vc via email, obrigada!

  • Modelos comerciais de mídias sociais « Mídia Social // Outubro 2, 2008 às 5:37 am | Responder

    [...] mas as informações estão no sistema de busca e, talvez, você perceba a importância do código e da arquitetura de informação do seu site. Você vai ter que fazer essa lição de [...]

  • Bernardo // Dezembro 4, 2008 às 1:23 pm | Responder

    Celia, sobre o Ajax:

    Ajax não é necessariamente uma linguagem de programação (alguns vão dizer “é Javascript seu tolo!”, porém…), podemos dizer (de maneira mais simples e prática) que é um recurso do navegador que dá mais dinamismo ao site, tornando-o mais fácil de interagir e navegar

    Ajax pode estar em PHP, Java, .NET, ASP e na maioria das linguagens do mercado. Logo, qualquer CMS pode ter Ajax, desde que em sua construção os desenvolvedores do mesmo tenham usado o recurso.

    Sobre Plone:

    Em uma palestra da SERPRO que assisti recentemente, ouvi que o Plone é o CMS usado em 95% dos sites e blogs públicos (federal, estadual e municipal). Inclusive, na prova do concurso público da SERPRO caem (severas) questões da SERPRO.

    Abraço.

  • Bernardo // Dezembro 4, 2008 às 1:29 pm | Responder

    Ao final, quis dizer “…caem (severas) questões de Plone.”

    ;}

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