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	<title>Mídia Social</title>
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	<description>Por Ceila Santos</description>
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		<title>Mídia Social</title>
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		<title>Capital Simbólico da blogosfera, como ele se forma?</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 04:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O abandono da vida online aconteceu por três motivos: trabalho, faculdade e terapia. Mas o que não faltou foram posts pensados no travesseiro&#8230;Vontade de lembrar pelo menos de alguns deles, mas agora não resta nenhum fragmento. O que me traz aqui é a primeira idéia sobre uma tese: Quais as trajetórias para formação do campo simbólico [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=181&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O abandono da vida online aconteceu por três motivos: trabalho, faculdade e terapia. Mas o que não faltou foram posts pensados no travesseiro&#8230;Vontade de lembrar pelo menos de alguns deles, mas agora não resta nenhum fragmento. O que me traz aqui é a primeira idéia sobre uma tese: <em>Quais as trajetórias para formação do campo simbólico entre blogueiros?</em> Essa foi a primeira pergunta, na sala de aula, que o <a href="http://dennisoliveira.zip.net/">Dennis</a> sugeriu como tema para um TCC. Ainda não sei se é isso nem se devo trilhar para um mestrado de jornalismo, mas a sugestão dele me incentivou a voltar a falar com a telinha e quem sabe encontrar um maluco que navegue por aqui&#8230;</p>
<p>Calma! Eu vou dar um <em>lide </em>pra você entender um pouquinho por onde anda minha cabecinha perdida. Estou fazendo pós-graduação, no <a href="http://www.eca.usp.br/nucleos/celacc/">Celacc </a>, sobre Gestão Cultural. Tudo é super embrionário, mas voltar ao clima da &#8220;facu&#8221; é renascer, sem dúvida nenhuma. Tenho duas disciplinas, uma que me ensina a pensar de forma prática ( Eventos, com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2H3FqHgDWpA">Mariangela Haswani</a>) e outra que me permite viajar pelas teorias da cultura.</p>
<p><strong>O que é cultura?, eis a questão!<br />
</strong>Essa é a nossa trajetória. Tentar definir ideologia, hegemonia, relações de poderes, consenso, cotidiano e por aí vai. Ainda não consegui ler nenhum livro inteiro, mas as fontes vão desde Platão, Aristotéles até <a href="http://www.meiaduzia.com.br/culturaemprocesso/2008/08/17/bourdieu-habitus-e-campo/">Bourdieu</a>, John Thompson e <a href="http://comunix.org/node/170">Muniz Sodré.</a> Confesso que ouvir fragmentos das teorias desses caras é mais compreensível que fazer terapia em grupo. A sensação é de que todos falam a mesma coisa, mas os teóricos são mais claros do que os rituais das Mulheres que Correm com os Lobos.</p>
<p>O tema é simples: CULTURA. Compreendê-lo, entretanto, requer sair do difícil umbigo de &#8221;olhar para si mesmo&#8221;, passar pelo outro e exige uma percepção do todo. E haja resistência de classe média!!! Confesso que antes de ouvir tais teorias, estava justamente na busca de pertencer a algum grupo econômico em função das leituras de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Clarissa_Pinkola_Est%C3%A9s">Clarissa Estes </a>- cheguei até imprimir relatórios do IBGE para tentar me encaixar na infinita classe média brasileira. Nos dias de hoje, talvez, seja quase impossível se encaixar  de acordo com aquilo que consumimos. Responda-me: quem hoje não tem geladeira, telefone, TV, celular e carro dentro de casa? Ok. Isso é tema para outro post.</p>
<p>Mas percebi que a trajetória humana passa mesmo pela Grana, Educação e Reputação. Essa triologia é um pouco do que restou da teoria de Bourdieu. A gente até aprende que por aqui, no Brasil, a matriz é muito mais complexa. Ou seja,  não adianta tentar imitar a trajetória de <span style="text-decoration:underline;">estudo </span>do norte-americano para conseguir um<span style="text-decoration:underline;"> salário</span> nas multinacionais e, consequentemente, ter também o tal <span style="text-decoration:underline;">capital simbólico</span>. Exemplos não faltam de trajetórias diversas que atingem o pico do capital simbólico e passa pelas tradições futebolísticas até as religiosas como camdomblé e ainda vale citar as peculiaridades regionais e as periferias das megacidades. Haja post pra pensar alto sobre tudo isso, mas o que me traz aqui ainda é o que me move pessoalmente: <strong>autonomia!!!!</strong></p>
<blockquote><p>Explico: Viver na marginalidade das redações, ser obrigada a voltar pelo dinheiro e,  AGORA ( depois de cinco anos de luta) ter conquistado uma <strong><span style="text-decoration:underline;">certa</span></strong> autonomia do meu tempo (com quatro dias de home office e uma estabilidade financeira ,que ainda me encaixa no &#8220;infinito&#8221; grupo que consome gasolina, tv paga, celular pré-pago e banda larga, sem deixar de ter dívida com cheque especial) me levou a ouvir <span style="text-decoration:underline;">apenas a relação da autonomia</span> na sala de aula.</p>
</blockquote>
<p>O lance é simples e óbvio: no mundo das trocas do capitalismo, você vende seu <span style="text-decoration:underline;">tempo </span>pelo<span style="text-decoration:underline;"> salário</span> e passa 90% da sua vida cumprindo uma <span style="text-decoration:underline;">tarefa demandada pelo outro</span>, sem escolha, sem ruptura, quase alienante.  Ou seja, as escolhas acontecem não a partir daquilo que você quer fazer, mas daquelas que são possíveis agora.</p>
<p>Diante deste contexto fragmentado e confuso, a idéia é pensar <span style="text-decoration:underline;"><strong>como se forma o campo simbólico da blogosfera</strong></span>. Ou seja, para ter uma reputação diante do seu público, quais são as estratégias necessárias para sua valorização simbólica? É fato que quem tem reputação (capital simbólico) na blogosfera nem sempre tem money. Motivo? Apesar da reputação gerar audiência, alguns fatores podem impedir que o seu capital simbólico gere capital econômico: seu público, sua competência técnica ou sua &#8220;capacidade&#8221; de fazer negócio. Conhecimento também não é garantia de capital simbólico. Blogs muito cultos podem até ter uma boa reputação, mas nem sempre tem uma quantidade considerável de audiência. E ainda tem os famosos que continuam ainda mais famosos na blogosfera. Não é tão simples assim, mas pensar as trajetórias a partir da teoria de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Bourdieu">Bourdieu </a>na prática da blogosfera parece que não rola. Talvez, haja motivo para mergulhar na brincadeira. E, aí, alguém arrisca por onde começar?</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/181/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/181/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/181/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=181&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Ufa! O Blog da Petrobras chegou!?</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/06/11/ufa-o-blog-da-petrobras-chegou/</link>
		<comments>http://midiasocial.wordpress.com/2009/06/11/ufa-o-blog-da-petrobras-chegou/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 03:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[blog da petrobras]]></category>

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		<description><![CDATA[Salve, salve, Petrobras! Enfim, as listas de discussão ressuscitaram no gueto dos coleguinhas. O que não faltam são pitacos sobre jornalismo, ética e assessoria de imprensa pela rede em função do blog da estatal, que resolveu &#8220;abrir&#8221; o processo de apuração via email feito pelos repórteres da grande imprensa.
O mais engraçado é avaliar como as notícias [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=176&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Salve, salve, Petrobras! Enfim, as listas de discussão ressuscitaram no gueto dos coleguinhas. O que não faltam são pitacos sobre jornalismo, ética e assessoria de imprensa pela rede em função do blog da estatal, que resolveu <a href="http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/">&#8220;abrir&#8221; o processo de apuração via email feito pelos repórteres da grande imprensa</a>.</p>
<p>O mais engraçado é avaliar como as notícias sobre A notícia chegam: <em>&#8216;A Petrobras entendeu a internet</em>&#8221; &#8211; esse foi o tópico no Assunto da lista do Jornalistas da Web, já a turma do RP Digital classificou como &#8221;Blog Petrobras/imprensa&#8221; e o burburinho é: &#8220;<em>você viu o negócio da Petrobras? Que absurdo, né</em>!&#8221;.</p>
<p>A-DO-REI!!! Ver assim bem de pertinho uma estatal assumindo seu papel de mídia deixa o óbvio mais palatável e há uma chance de Ufa, <em>Open our eyes!!!</em> Certo ou errado? Não me lembro de que existe lei para furo, o <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=541JDB017">Abramo </a>ensina que não existe. Então, é fato! Detalhe: permitido. </p>
<p>Ou seja, uma iniciativa que coloca em xeque, de novo, as &#8221;regras&#8221; do (agora sim!) velho jornalismo. E o que vamos fazer com isso? Hummmmmm, dá pânico imaginar suas perguntinhas básicas e idiotas expostas pelo meio do caminho. Pior ainda são aquelas elaboradas, diretas e simples ( sem resposta, é claro!) que atiçam a concorrência a soltar antes mesmo que a apuração não tenha sido concluída. Tomare que a galera não corra, de novo, para corre-corre contra tempo. O Tempo, velho tempo, que mapeia o aqui, agora e <em>pra ontem, depressa, rapaz!</em> </p>
<p>A sensação é de que, agora, o jornalismo se reinventa ou piora de vez. Não há meio-termo. Mas também não há nenhuma mudança pra ontem, aqui e agora, meu caro escravo do tempo!!! Ou, agora, cultura não tem mais tempo para exigir gerações? Será? Espero que eu esteja viva amanhã! Mas esse momento divã do jornalismo já demora décadas&#8230;Até eu já me <a href="http://ceilasantos.blogspot.com/"><em>metamorfosiei</em></a>.</p>
<p>Mas, cá entre nós, quando a Petrobras assume assim seu papel de mídia dá pra sentir o poder corporativo estatal na alma, né. Cadê banco de dados da empresa livre, leve e solto??? Dados disponíveis na íntegra para qualquer cidadão, please, meus caros estatais! E, detalhe, <strong>de fácil acesso</strong>, sem documentos secretos nem arquiteturas complexas com buscas que demandam um arqueólogo para identificar o caminho do ouro. Seria maravilhoso se o governo tivesse mesmo informação pública!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/176/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/176/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/176/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=176&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>#MegaNÃOOOO!</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/05/15/meganaoooo/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 06:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok. Eu confesso que até desejei ter feito faculdade de Direito, enquanto ouvia o Amadeu hoje, 14/05, na Assembléia Legislativa de São Paulo, defendendo nossa liberdade na internet contra o Projeto de Lei do Azeredo. Mas nada melhor que a própria internet para retratar a mim o óbvio. Agora, COM A INTERNET, o conhecimento está aberto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=174&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ok. Eu confesso que até desejei ter feito faculdade de Direito, enquanto ouvia o <a href="http://samadeu.blogspot.com/2009/05/ato-contra-o-ai-5-digital.html">Amadeu </a>hoje, 14/05, na Assembléia Legislativa de São Paulo, defendendo nossa <a href="http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?veto2008">liberdade na internet contra o Projeto de Lei do Azeredo</a>. Mas nada melhor que a própria internet para retratar a mim o óbvio. Agora, COM A INTERNET, o conhecimento está aberto tanto para mim quanto para você, além dos especialistas. Você pode até não entender nada sobre o que é direito civil ou penal assim como eu, mas <a href="http://video.google.com/videoplay?docid=3531278281490980460&amp;q=eduardo+azeredo">basta ouvir quem entende </a>para identificar quem defende o quê. A minha sensação é de que quem defende direito humano é <span style="color:#333333;"><strong>contra o PL do Azeredo</strong></span>.</p>
<p>Até o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1341199-6174,00.html">representante do Ministério das Comunicações </a>ensinou, em 2006, ao Azeredo que o projeto dele vai na contramão da INCLUSÃO DIGITAL, SIM!!!, porque impõe burocracia e sinaliza possibilidade de certificado digital. É bom lembrar que ele citou, naquela época, que os 3 mil provedores de internet já eram apenas <span style="text-decoration:underline;"><strong>300</strong></span> ( <em><span style="color:#333333;">mas você conhece só três, né?! Terra, Uol e IG</span></em>) em 2006 e, com PL do Azeredo, haveria a chance de exisitir nenhum. <a href="http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/05/20/ult4213u93.jhtm">Abranet</a> que briga para não arcar com custo do log ( aquele que vai te monitorar &#8211; <strong><em>o endereçamento eletrônico da origem, hora, data e referência GMT da conexão efetuada</em></strong> &#8211; na rede) já chegou a dizer que, para guardar por três anos &#8220;nossa vida virtual&#8221; com objetivo de identificar <span style="text-decoration:underline;"><strong>o criminoso</strong></span> para polícia, custaria R$ 14 milhões/ano em 2007 e as operadoras calculavam cerca de R$ 100 milhões/ano. Adivinha quem vai pagar essa conta? Mas isso ( que resulta numa exclusão digital ainda maior) ainda não é o pior&#8230;</p>
<p><em>Art. 22, III &#8211; o provedor deve informar, de maneira sigilosa, a autoridade competente, denúncia que tenha recebido e que contenha indícios da prática de crime sujeito a acionamento penal público incondicionado, cuja perpetração haja ocorrido no âmbito da rede de computadores sob sua responsabilidade.</p>
<p></em><a href="http://www.safernet.org.br/site/noticias/demi-getschko-propor%C3%A1-tr%C3%AAs-mudan%C3%A7-projeto-crimes-digitais">Demi Getschko </a> explicou, no seminário da Câmara, em 2006, que a internet nasceu para ser autoregulada, para prática do consenso e as regras - quando houverem &#8211; não devem ser detalhistas. Getschko ainda ensinou que a forma de combater crime deve ser muito mais baseada em <strong><span style="text-decoration:underline;">tecnologias e ética</span></strong> do que em leis. Educação também pode ser uma boa iniciativa para combate ao crime.</p>
<p>Enfim, o que não falta é um MEGANÃO ao PL Azeredo, e se quiser entender o que rolou hoje na AL, o <a href="http://a2kbrasil.org.br/Esclareca-suas-Duvidas-sobre-os">Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação de Getúlio Vargas </a>esclarece o porquê o <a href="http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?veto2008">PL do Azeredo </a>criminaliza a internet e é inócuo para quem comete crime na web. Vale a pena repetir os tais artigos:</p>
<p><em><strong>285-A</strong> &#8211; Acessar, mediante violação de segurança, rede de computadores, dispositivo de comunicação, ou sistema informatizado, protegidos por expressa restrição de acesso<br />
</em></p>
<p><strong>285-B</strong> &#8211; <em>Obter ou transferir, sem autorização ou em desconformidade com autorização do legítimo titular, da rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, protegidos por expressa restrição de acesso, dado ou<br />
informação neles disponível.</em></p>
<p><strong>Art. 163-A</strong> &#8211; <em>Inserir ou difundir código malicioso em dispositivo de comunicação, rede de computadores ou sistema<br />
informatizado. Parágrafo 1º. Se do crime resulta destruição, inutilização, deterioração, alteração, dificultação do funcionamento, ou funcionamento desautorizado pelo legítimo titular de dispositivo de comunicação, de rede de computadores, ou de sistema informatizado</em></p>
<p><strong>Art. 171-A</strong>. <em>Difundir, por qualquer meio, programa, conjunto de instruções ou sistema informatizado com o propósito de levar a erro ou, por qualquer forma indevida, induzir alguém a fornecer, espontaneamente e por qualquer meio, dados ou informações que facilitem ou permitam o acesso indevido ou <strong>sem autorização</strong>, à rede de computadores, dispositivo de comunicação ou a sistema informatizado, com obtenção de vantagem ilícita, em prejuízo alheio:</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Veja Também:</span></strong><br />
<a href="http://www.softwarelivre.org/news/13357">Ministro da Justiça se pronuncia contra o PL do Azeredo</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/174/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/174/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/174/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=174&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>NewsCamp neste Sábado &#8211; 25 de abril!</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/04/22/newscamp-neste-sabado-25-de-abril/</link>
		<comments>http://midiasocial.wordpress.com/2009/04/22/newscamp-neste-sabado-25-de-abril/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 11:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[É neste sábado, dia 25 de abril, que rola a quinta edição da desconferência dos jornalistas. Venha para essa roda de conversa sobre jornalismo digital, mídias sociais e tudo que envolve comunicação na web!
V NewsCamp
Quando: 25 de abril de 2009 &#8211; SÁBADO
Horário: 10h00 ás 18h00
Onde: Espaço Gafanhoto/Pix- Av. Rebouças, 3181- esquina com Faria Lima
Quanto: não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=171&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>É neste sábado, dia 25 de abril, que rola a quinta edição da desconferência dos jornalistas. Venha para essa roda de conversa sobre jornalismo digital, mídias sociais e tudo que envolve comunicação na web!</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">V NewsCamp<br />
</span></strong>Quando: 25 de abril de 2009 &#8211; SÁBADO<br />
Horário: 10h00 ás 18h00<br />
Onde: Espaço Gafanhoto/Pix- Av. Rebouças, 3181- esquina com Faria Lima<br />
Quanto: não paga nada &#8211; fazemos vaquinha pra pagar andrea<br />
Como: faça sua inscrição neste link <a href="http://spreadsheets.google.com/embeddedform?key=pJW0g2GM52hhkf4xUrO5cGw">aqui</a><br />
Mais detalhes: <a href="http://newscamp.wordpress.com">blog do NewsCamp</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=171&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como se relaciona com blogueiros, jornalistas, egos e vaidades?</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/03/18/como-se-relaciona-com-blogueiros-jornalistas-egos-e-vaidades/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 05:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu participo de uma roda de &#8220;conversas&#8221; via email de uma turma que cuidava da intermediação entre imprensa e empresas e, agora, com a chegada de blogs e redes sociais, essa galera também aprende a se relacionar com blogueiros, orkuteiros e tudo que é considerado mídia na web. Na verdade, não há muitas conversas nem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=169&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Eu participo de uma roda de &#8220;conversas&#8221; via email de uma turma que cuidava da intermediação entre <span style="text-decoration:underline;">imprensa</span> e <span style="text-decoration:underline;">empresas</span> e, agora, com a chegada de blogs e redes sociais, essa galera também aprende a se relacionar com blogueiros, orkuteiros e tudo que é considerado mídia na web. Na verdade, não há muitas conversas nem troca nessa roda (uma pena. Mas já há roda, um avanço). O fato é que o pouco que ouço dessa roda soa sempre o mesmo discurso: <em>como vai ser a partir de agora?</em> Eu não sei, mas ainda acho que <strong>bom senso</strong> é regra pra tudo, inclusive para relacionamento ou divulgação, seja com jornalista ou blogueiro.</p>
<p>Um exemplo claro da falta de bom senso é fazer um evento para jornalistas e blogueiros, onde somente aqueles que moram fora da cidade de São Paulo tem direito ao almoço servido após coletiva de imprensa, que termina ao meio dia. Detalhe: com uma coletiva agendada para 15h00. Quando alguém explica que discriminar não é bom verbo, esse alguém quer dizer que discriminar qualquer um, seja blogueiro ou jornalista, não é legal NUNCA.<br />
OK! Orçamento apertado! Então, não faz outra coletiva ás 15h00. Ou, no mínimo, dê condições aos residentes de Sampa se alimentarem&#8230;Jornalista não tem cacife pra pagar buffet de 75 reais e, muito menos, tempo para pegar uma fila enorme porque restaurante do evento não comporta o número de participantes presentes. Detalhe: nenhum restaurante mais em conta oferecia serviço para pagamento com cartão de crédito ou débito.  Responda-me: onde está o bom senso de uma agência que permite acontecer isso?</p>
<p>Conversei esses dias com blogueiro que vem frequentando bastante os eventos que, no passado, eram recheados exclusivamente por jornalistas. Ele comentou comigo que, pelo menos, as velhas assessorias têm noção do básico: oferece material de apoio, não faz sorteio ridículo como as agências especializada em mídia digital -<span style="color:#808080;"> segundo ele, teve um evento para blogueiro que a agência teve capacidade de permitir que a empresa sorteasse o teste (<strong> leia, de novo, o TESTE</strong>) do equipamento </span>- mas ainda o tratam &#8220;cheio de dedos&#8221;. Eu imagino e vejo o quanto os olhares dos assessores voltados a alguns blogueiros são: <em>o que eu faço? </em>Nada de diferente, uai. É um intermediário da informação como outro qualquer &#8211; só que o blogueiro opina e pode falar a verdade dos detalhes que um jornalista ignora. E você, meu caro, não terá controle sobre ele como pode ter quando fala com um jornalista, saca? É isso pronto e acabou.</p>
<p>Aiiiiiiiiiiiiii, não! Você ainda está preso naquela ladainha de quem é quem na blogosfera????????? Se ainda está nessa, sorry, precisa ler muito para entender a diversidade dos blogs. Eles são tudo e, inclusive, podem ter o mesmo papel que os articulistas do velho jornalzão tem há séculos como podem ser apenas mais um blog/comercial/monetizado que vive de promoções e post pago. Seu papel como um RP é ler blogs. Sorry! Tem que ler ou pagar alguém pra ler e saber do que se trata aquele blogueiro. Recebeu listinha de indicações do amigo do amigo do amigo que lê blogs, basta ler os cinco últimos posts que conseguirá identificar qual é a dele, ok? Você pode errar, mas tente acionar o bom senso!</p>
<p>Outro exemplo da falta de bom senso é agendar entrevistas exclusivas antecipadamente e deixar os jornalistas da grande imprensa acompanhar a&#8221; exclusiva&#8221; do jornalista especializado, mas não deixar o especializado acompanhar a exclusiva do jornalista da grande imprensa. Pega mal. É feio e, de novo, faz parte de quem tem cultura de discriminar quem é quem&#8230;</p>
<p>Eu não tenho nenhuma experiência nem conhecimento acadêmico de RP Digital, Assessoria de Imprensa, Comunicação Corporativa, mas ser blogueira há quatro anos e mais de 12 anos de jornalismo me leva a crer que o BOM SENSO deveria ser a regra número um pra quem ganha muito dinheiro para intermediar a relação entre<span style="text-decoration:underline;"> imprensa, blogueiro</span> e <span style="text-decoration:underline;">empresa</span>, além das vaidades e egos que estão em todos lugares dessa cadeia de gente.</p>
<p>Fui!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/169/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=169&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Feedback:O absurdo do atendimento da Vivo &#8211; Uma lição para Mídias Sociais?!</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 19:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Gentem, o feedback que recebi do post abaixo de amigos via email, telefone, msn, skype e etc, me deixou um pouco preocupada em relação a algumas interpretações. Então, vamos lá, sem meu estilo caótico de ser -detalhe: o qual eu tenho muito orgulho e prazer em ser caótica por natureza -, mas adotando uma narrativa de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=165&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>Gentem</em>, o feedback que recebi <a href="http://midiasocial.wordpress.com/2009/03/11/o-absurdo-do-atendimento-da-vivo-uma-licao-para-midias-sociais/">do post abaixo</a> de amigos via email, telefone, msn, skype e etc, me deixou um pouco preocupada em relação a algumas interpretações. Então, vamos lá, sem meu estilo caótico de ser -<span style="color:#808080;">detalhe:</span><span style="color:#808080;"> o qual eu tenho muito orgulho e prazer em ser caótica por natureza </span>-, mas adotando uma narrativa de listinha, blz?</p>
<p>1-  Uma falha identificada não retrata o todo<br />
2- Não. Eu não estou brava como consumidora da Vivo e, se estivesse não faria isso aqui, mas no espaço destinado a isso: jornal, coluna de prestação de serviço, reclame aqui, procon, anatel, blog de amigo que tem este objetivo,ok?&#8230;<br />
3- Eu estou muito brava, revoltada e acho um absurdo o que o executivo fez comigo, profissionalmente. Assim como acho o mesmo absurdo se ele tivesse feito isso com uma outra pessoa de qualquer profissão, entretanto, isso não me levaria à revolta para blogar<br />
4- O fato de ter sido O Executivo que agiu desta forma não exclui a marca da empresa. Qualquer profissional da Vivo, pra mim, representa quem a empresa é. Eu não falo com instituições nem marcas, falo com pessoas que fazem a marca e a instituição ser quem a empresa representa pra mim, ok? Ou seja, pra mim, não existe porta-voz institucional.<br />
5- A razão da minha raiva não é de ter sido tratada pelo executivo da maneira em que fui tratada. Eu nunca fui arrogante o suficiente como jornalista pra achar que preciso de um tratamento diferenciado ou privilegiado. Isso não significa que eu não seja arrogante. Eu sou e muito, mas não por essas coisinhas.<br />
6- A minha raiva brotou de forma exclusivamente PROFISSIONAL. Eu ainda sou alguém que faço as coisas por tesão e paixão. Sim eu gozo quando sinto cheiro de uma boa pauta e, eu fiquei neste estado quando ouvi o cara em cima do palco. Eu gostei da pauta, pensei no lide, defini a estrutura da reportagem e ainda analisei como poderia distribuir essa produção nas mídias existentes do veículo o qual eu presto serviço, enquanto ouvia o cara no palco. Minha revolta surgiu quando o cara desceu do palco e assumiu a postura relatada no post aí debaixo.<br />
7- Eu não fui nenhuma &#8220;cega&#8221; nem &#8220;surda&#8221; nesses mais de 10 anos de profissão para nunca ter ouvido de um executivo:<em> Eu posso ler a matéria antes? </em>Ouço isso frequentemente, mas nenhum executivo virou as costas, enquanto eu o &#8220;educava&#8221;, explicando a razão de não deixá-lo ler a nota previamente. Eu explico que fui formada para apurar e escrever ( é o meu trabalho) e que o meu veículo não é corporativo, ou institucional, a ponto de ser aprovado pela própria fonte e ainda deixo claro que, se houver algum problema após a publicação, eu assumo meu erro de interpretação, caso o erro seja meu, ou se houver dúvida, eu ligo novamente pra fonte. Porém, este é meu trabalho: intermediar a informação. Ainda, dependendo do frila, eu respondo que eu não daria, mas que como presto serviço, eu vou passar a demanda para o veículo, ok? Afinal, nem sempre conheço a política da empresa.<br />
8- O que me levou escrever aqui o ocorrido não é para brigar ou provocar algum auê. Minha intenção aqui &#8211; bastante arrogante, aliás &#8211; é <strong><span style="text-decoration:underline;">compartilhar</span></strong> uma atitude comum dos executivos, que particularmente eu considero fruto do trabalho de comunicadores e que, neste caso, foi <span style="color:#ff0000;">um pouco além do tradicional</span>. Por isso, achei que era válido colocar a boca no trombone porque, neste momento, a área de comunicação COMO UM TODO  busca respostas para melhorias de como lidar com as mídias. Eu sou assim. Tenho essa mania doentia ainda e, para muitos, uma mania boba e que não vale a pena. Pra mim, essa sou eu. Sorry!<br />
9-A minha mensagem - <em>agora, clara, sem jeito caótico de ser -</em> é: <strong>como um profissional que descreve um projeto que exigiu treinamento e capacitação para mudança de cultura dentro da empresa assume uma postura inversa quando sai do palco? </strong>Essa foi a questão que me levou à revolta. Hoje, a maioria das empresas investe em governança corporativa da mesma forma que investiu na automação do atendimento no passado. Todo discurso sobre governança, ou qualquer outro processo que automatiza funções dentro da empresa ressalta a questão da importância das pessoas e, consequentemente, da mudança cultural. <span style="color:#ff0000;">Ninguém muda ninguém, mas as pessoas (  E O MUNDO) mudam quando observam a mudança no outro.<br />
</span><span style="color:#ff0000;">10- <span style="color:#000000;">O fato que aconteceu com o executivo da Vivo poderia acontecer com o cliente de qualquer BOM ASSESSOR OU RP. É apenas uma falha comum, o que não representa que a área de atendimento da Vivo para jornalistas é um absurdo. As pessoas tem uma mania doente de sintetizar tudo em função do ritmo em que vivemos. Tudo é bom ou ruim. Eu acho isso ainda mais absurdo do que o fato que aconteceu comigo. Tenho pena de quem interpreta o mundo desta maneira porque deve sofrer demais quando enxerga o mundo com apenas duas saídas: a boa e a terrível. Calma! Olha pro lado. Tudo é muita coisa, caraca. Não é uma falha que define o todo. Eu aprendi a ler tudo sabendo que aquilo faz parte de uma versão. O desafio é identificar as diferentes versões. Tenho a sensação de que identificar as diferentes versões é impossível. Por isso, jornalismo e direito, enfim, a área de comunicação como um todo é tão complexa. E, juntos, podemos buscar soluções, blz? Mas nada será um dia perfeito. Pelo menos, eu não acredito na perfeição humana.</span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=165&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>O absurdo do atendimento da Vivo &#8211; Uma lição para Mídias Sociais?!</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 23:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não tenho o hábito de utilizar este blog para os aburdos do meu dia-a-dia como usuária de algum serviço público. A idéia do Mídia Social surgiu com objetivo de aprendizado, registro, enfim, de usar a ferramenta para o &#8221;pensar alto&#8221; sobre o fenômeno de blogs, redes sociais e, principalmente, sobre os desafios pessoais que tenho como profissional de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=155&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Eu não tenho o hábito de utilizar este blog para os aburdos do meu dia-a-dia como usuária de algum serviço público. A idéia do <em>Mídia Social</em> surgiu com objetivo de aprendizado, registro, enfim, de usar a ferramenta para o &#8221;pensar alto&#8221; sobre o fenômeno de blogs, redes sociais e, principalmente, sobre os desafios pessoais que tenho como profissional de internet na área de jornalismo para entender o que está acontecendo<em> agora</em> na dinâmica da cadeia de comunicação. Explico tudo isso porque o título deste post parece mais uma lamentação do tradicional usuário do serviço de telecom no Brasil, cujo atendimento é péssimo. Realmente, eu vou relatar aqui uma <strong>lamentação</strong>, mas acho que tal desabafo pessoal tem tudo a ver com Mídia Social, jornalismo e RP Digital.</p>
<p>A primeira lição que este blog me deu resultou num <span style="text-decoration:underline;"><strong>pico de audiência</strong></span>, com mais de 1 mil páginas vistas, <a href="http://midiasocial.wordpress.com/2008/07/01/como-nao-fazer-um-site-de-conteudo-cms/">num post que virou alvo de crítica de dois blogueiros</a>, cujas quantidades de acessos são relevantes. Naquela época, eu sabia que blog era uma ferramenta que permitia conversações e ainda liberdade de expressão. Também tinha experiência e consciência do poder de divulgação de um blog para seus respectivos públicos. Mas, a lição que eu aprendi aqui vai muito além de conceitos ou consciência: eu descobri <strong><em>na pele</em></strong> as tais mudanças culturais, que são questionadas há séculos por quem assume o papel de jornalista. Com a internet, não existe a pessoa com perfis segmentados de acordo com ambiente em que ela está naquele momento. Aqui, você é a Ceila Santos, consumidora, jornalista, blogueira, mãe, amiga, inimiga, enfim, todas as atribuições do seu vizinho ou anônimo em relação a &#8220;quem você é&#8221; estão em jogo. <strong>Esse é o preço da transparência.</strong></p>
<p>Entenda: você, como profissional, pode e deve assumir diferentes posturas diante da ferramenta em que trabalha. É o seu papel como profissional saber lidar com as narrativas de acordo com as respectivas características do veículo de comunicação, seja um blog, uma revista, um site de notícias ou um site de participativo. Mas, o público&#8230;Ah! O PÚBLICO pode ser o mesmo e ele agora te conhece, meu caro, sabe a hora em que você vai dormir, quem é seu marido, a posição profissional que você ocupa e ainda seus conflitos pessoais expostos nas listas de emails, nas conversações entre os blogs e ainda no seu site participativo. Essa lição, talvez, tenha sido uma das melhores que tive em toda minha vida conectada. E, é por isso, que hoje utilizo o Mídia Social para desabafar o que acaba de acontecer comigo.</p>
<p><strong>Eu sou cliente da Vivo</strong> e quando assumo o papel de jornalista -  escrevo há quase 9 anos sobre setor de telecomunicações na área de imprensa e sou reconhecida como especialista na área com dois Prêmios Imprensa Embratel de veículo especializado &#8211; <strong>continuo sendo cliente Vivo</strong>. Eu, como jornalista, posso &#8220;aceitar&#8221; os maiores absurdos entre os conflitos do discurso e da prática, mas como também sou blogueira posso me expressar sobre eles, entendeu??????? Essa lição, talvez, seja a mais importante para as empresas que ainda não entenderam o que significa o &#8220;<strong><em>fim</em>&#8221; do controle do acesso à informação</strong> com chegada dos blogs.</p>
<p>Você, pessoa jurídica, executivo, que representa os valores da marca da sua empresa, pode até ter o poder de filtrar as informações quando segue  uma política de relacionamento com os veículos, determinada pela sua área de comunicação ou assessoria de imprensa. Você - pessoa jurídica, executivo, que representa os valores da marca da sua empresa - também ainda mantém o poder de filtrar as informações de acordo com as políticas editoriais de cada veículo. Mas&#8230; lembra do público? Então, ele é o mesmo. Eu sou jornalista, mas também sou consumidora e você precisa entender isso para  se relacionar melhor com seu público. Porque, agora, o jornalista pode ter blog e, consequentemente, liberdade de expressão.</p>
<p>Por isso, a política de comunicação da sua empresa precisa ser coerente, ser revista e seguir os príncipios de governança corporativa. Chegou a hora de rever os processos. Se seu trabalho como executivo é buscar melhorias nos sistemas de informação para atender melhor o público da sua empresa. A sua área de comunicação precisa <strong>lhe capacitar</strong> para se relacionar diante daquilo que sua empresa prega como discurso de marca.</p>
<p>A Vivo tem entre seus valores de marca as seguintes tags: <strong>simplicidade</strong>, entusiasmo, <strong>confiança</strong>, sustentabilidade, <strong>interação</strong> e qualidade. Essa foi a informação concedida pelo executivo, durante um evento realizado hoje, em São Paulo, com foco em sistemas de TI. Depois que o executivo detalhou todos desafios superados para implantar um sistema que, detalhe, <em>busca  oferecer <strong>qualidade de serviços ao consumidor</strong>, cujo um dos objetivos era ter o mesmo serviço para os diferentes canais de <strong>atendimento</strong></em>, ele respondeu a mim que <span style="color:#ff0000;">não podia esclarecer minhas dúvidas </span>sem falar com assessoria de imprensa. Tudo bem. Isso  AINDA é uma prática natural do mercado.</p>
<p>Mas&#8230; eu insisti informando ao executivo que ia fazer uma notinha sobre o painel que, detalhe, eu e mais 30 executivos estavam presentes. <span style="color:#ff0000;">Ou seja, a informação é pública.</span> Então, ele me questionou: <span style="color:#ff0000;"><em>mas vou ler esta nota antes?</em> </span>Respondi que NÃO. Então, a pessoa jurídica &#8211; que representa a empresa a qual eu sou cliente &#8211; <span style="color:#ff0000;">virou as costas e me deixou ali plantada</span>, sem esclarecer minhas dúvidas de jornalista. A historinha que me interessa como jornalista é de como a Vivo implantou o tal sistema, que demandou <strong>revisão de processos</strong> e de CULTURA dentro de casa para atender melhor cliente.</p>
<p>Tem idéia de quanto a Vivo gastou com esse projeto, que acontece desde 2003????? Ela investiu <strong>muito em capacitação</strong> e <strong>treinamento</strong>, mas esqueceu de um detalhe pequeno: o PÚBLICO. Seu público não é o funcionário, o jornalista, a área de negócio, mas please, é também o consumidor. Ou melhor, é tudo isso junto. Não adianta pensar dentro de caixas, seguindo uma postura de acordo com as regras que lhe convém dentro daquela caixa. Agora, as caixas foram rasgadas. Do que adianta gastar milhões de dólares em definição de valores de MARCA se elas só são praticadas em pedaços. NÃO SE ESQUEÇA DA LIÇÃO DO MARKETING: AS MARCAS MAIS VALIOSAS SERÃO AQUELAS MAIS FALADAS PELA DISPERSÃO DA INFORMAÇÃO. Por isso, lembre-se sempre do seu público ( e de suas metas) na hora de se relacionar com outro.</p>
<p><em></em></p>
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		<title>Ouvindo o feedback em Emergência</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/02/28/emergencia/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 05:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia Social]]></category>
		<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer um site]]></category>
		<category><![CDATA[Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[feedback]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[steven johnson]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu também tenho a mania comum de ler mais de um livro por vez. Normalmente, meus marcadores estão espalhados em três livros folheados até o primeiro capítulo e sabe lá deus quando terminará. Emergência, de Steven Johnson, por exemplo, me acompanhou no natal, reveillon e só terminei o danado agora no Carnaval. Sim! Eu também preciso de feriados para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=151&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Eu também tenho a mania comum de ler mais de um livro por vez. Normalmente, meus marcadores estão espalhados em três livros folheados até o primeiro capítulo e sabe lá deus quando terminará. <em><strong>Emergência</strong></em>, de Steven Johnson, por exemplo, me acompanhou no natal, reveillon e só terminei o danado agora no Carnaval. Sim! Eu também preciso de feriados para conseguir terminar pelo menos um deles. Minha idéia quando leio livros especializados era registrar o processo de interpretação aqui no site. Um desabafo maluco, que talvez, só eu conseguiria ler depois. Mas, o <em>Emergência</em> exige um certo mergulho que, confesso, talvez eu ainda não tenha conseguido sair de lá (risos).</p>
<p>A idéia &#8220;<a href="http://www.scientiaestudia.org.br/revista/PDF/03_02_09.pdf">soa simples</a>&#8220;: há um padrão no caos da rede sem a necessidade de regras&#8230;E, &#8220;<em>independente</em>&#8220;, da ação isolada minha ou sua. Johnson mostra diversos exemplos de quando isso acontece ( formiga, células e cidade) e busca relacionar as razões desse fenômeno entre dinâmicas tão diferentes como as três citadas acima. </p>
<blockquote><p>Celso Candido, professor de filosofia da Unisinos, descreve neste link do seu <a href="http://aulaaberta.comdigital.info/emergencia-de-steven-johnson/">blog Aula Aberta </a>uma sinopse para quem tiver preguiça de ler o livro. Mas se você caiu aqui neste blog, independente da razão, eu lhe aconselho a ler o livro para entender coisas que fazem parte da minha e da sua vida digital.</p></blockquote>
<p>Uma delas eu classifico como a &#8220;<strong><span style="color:#000000;">Tirania do Dono da Verdade&#8221;</span></strong> que acontece nos fóruns das listas de emails e a gente só reconhece de forma clara quando lê o capítulo &#8220;<em>Ouvindo o Feedback</em>&#8220;. Trata-se do comportamento do usuário nos diferentes fluxos de comunicação. Johnson ensina: &#8221; <em>a tirania do dono da verdade ressulta de uma escassez de feedback: um sistema em que os fluxos de informação são unidirecionais e o público é ao mesmo tempo presente e invisível</em>. </p>
<p>Ou seja, o fluxo é de mão única para os escondidos, que ouvem nossa conversa, mas não ouvimos nada deles. E a conclusão que Steven propõe é de que <span style="text-decoration:underline;">as discussões eletrônicas desse tipo torna-se menos</span> <span style="text-decoration:underline;">interativa do  que uma palestra face a face</span>, onde mesmo os mais silenciosos contribuem com seus gestos e expressões corporais.</p>
<p>O autor ainda nos ensina diversos caminhos do <strong>feedback</strong> nos diferentes fluxos de informação da web, que no meu caso acendeu a luzinha alerta sobre reler, reler e reler para sair do processo de identificar os casos relatados para colocar em prática as idéias para buscar soluções na gestão de sites sociais. Cito tudo isso porque tenho percebido um discurso muito extremista sobre o processo de montar um site de mídia social como algo extremamente simples ou extremamente complexo. Eu prefiro a ambivalência.</p>
<p>É simples o pensar como serão os processos depois que você já viveu a experiência de blogar, de trocar 10 emails numa lista com três pessoas, sendo que o grupo é de centenas de participantes e ainda conheceu a galera da colaboração na mesa do bar. Além disso, por mais que você <em>&#8220;fuja&#8221; atrás</em> de todos tutoriais de CMS, SEO, como blogar, como escrever texto de html, eles vão chegar até você.  A questão é se você terá capacidade para entendê-los?</p>
<p>A maioria entende rapidinho e segue o modelo mais famoso. Montou? Não é impressionante o que acontece? Ahhhhhhhhhh aquela leitora de Macapá que te ligou no sábado de manhã? Você recebeu um comentário do cara que você mais admira no mundo? Foi convidada para ir no hotel cinco estrelas e ainda viu aquele ator gostosão que te cumprimetou? E como a audiência cresce, né? Pois é, sentir esse feedback dá até medo, mas <em>sorry,</em> é natural.</p>
<p>O desafio é criar um modelo de negócio que se utiliza desse feedback a partir dos seus princípios e, <strong>não</strong>, daquele que vigora ao seu lado. Remar contra a maré é complexo, exige repetição, doiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii de verdade. É puro tentativa e erro. Não é fácil. Detalhe: por mais feedback que você tenha, seja do público especializado ou do público que é o seu público &#8211; aquele que você morre de tesão, ama de paixão, só você que tem capacidade de fazer o negócio acontecer&#8230; É sempre sua a decisão, independente que ela tenha sido construída em função de milhares de feedbacks de diferentes fluxos de informações, que envolveu uma rede de milhões de pessoas. Ok. Tudo isso é muito óbvio. Também achava, mas depois que li <em><strong>Emergência</strong></em>, essas coisas óbvias tornaram-se extremamente nebulosas. Fui!</p>
<p><em>Hum, peraí:</em>  Quer dar uma passadinha no <a href="http://www.criativopunk.com.br/2008/04/30/debate-em-video-na-integra-com-steven-johnson/">Criativo Punk pra conhecer a carinha do Johnson no You Tube</a>? Tem certeza que não vai clicar nos links? Steve veio ao Brasil e o <a href="http://www.naozero.com.br/steven+johnson+sao+paulo">Juliano</a> foi quem o buscou no aeroporto. Não vai querer nem saber o hotel em que ele se hospedou? Clica nos links, vai!</p>
<p><em>PS: se alguém parecer por aqui, tem uma pesquisa rolando no grupo RP digital, que vale a pena acessar: </em><a href="http://www.textual.com.br/servicos/comunicacaonaweb.htm"><em>O que os jornalsitas acham da Mídia social</em></a><em>, da Textual. Volto pra dar meus pitacos about a pesquisa e um monte de coisa sobre Emergência quando surgir uma madrugada livre, blz?!</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/151/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/151/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/151/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=151&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>#CParty: festa individual!</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/01/22/cparty-festa-individual/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 05:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fragmentos]]></category>

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		<description><![CDATA[O zumbido continua na cabeça sete horas depois&#8230;
Desta vez, não é nenhuma confusão gritante que martela na minha cabecinha de aprendiz! Ando cada vez mais quieta dentro de mim mesma. É o ruído do meio ao vivo, a cores, cheio de desconhecidos, grandes amigos, poucos mestres, enfim, o caos proposital da Campus Party! Ela teve [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=146&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O zumbido continua na cabeça sete horas depois&#8230;<br />
Desta vez, não é nenhuma confusão gritante que martela na minha cabecinha de aprendiz! Ando cada vez mais quieta dentro de mim mesma. É o ruído do meio ao vivo, a cores, cheio de desconhecidos, grandes amigos, poucos mestres, enfim, o caos proposital da Campus Party! Ela teve um gosto muito melhor agora que <a href="http://ceilasantos.blogspot.com/search/label/Campusparty">no passado</a>! É tão bom ter tempo para saborear, olhar e despedir&#8230;É assim que me sinto agora: cheia de disposição pra dizer adeus!</p>
<p>Sem lágrimas! Pelo contrário. Aprendi a me despedir das etapas sem aquele rostinho vermelho, mas com a garra necessária para seguir em frente, recomeçar e aprender tudo de novo. Parece até fragmentos de porra nenhuma&#8230;Mas é pura constatação. Hoje tive aquele olhar parado no horizonte, enquanto dirigia pela Bandeirantes. Sabe quando você insiste em passar as mãos pelos cabelos? Foi assim que cheguei no meu segundo dia de Campus Party.</p>
<p>Não sabia muito bem porque continuava indo ali. Afinal, o que me leva enfrentar de novo esse meio maluco que me fascina e repugna ao mesmo tempo? Um ódio de mim mesma ao fechar a porta do carro, carregar mais de 3 kg a tiracolo e ainda ter que fazer ronda do online antes de olhar pro meio. Nenhuma cara conhecida: alivio?! Trabalho e começo a navegar pela Campus Party e de cara encontro Sikora com Cazé de frente para bancada do CP Labs. Ufa! Valeu tantooooooooooo&#8230;</p>
<p>Almoço sozinha. Uma vontade louca de fumar&#8230;Putz! Essa mania politicamente correta precisava ser mais comercial, caracas: custa fazer um cafezinho com <em>puf</em> para fumantes???! Money! Afinal, ainda tudo é grana mesmo, ou não? Hummmmmmm, tudo indica que sim! Ela também é meio&#8230;</p>
<p>OK. O jeito é fingir que a política do anti-fumantes é legal e sair na chuva fina. Cumprimento a Sam, marido e amiga e esbarro com Savazoni, que aceita um café, me ensina sobre o Gil, cibercultura na prática, política, vamos navegar pelo meio pra ver qual é, então? O encontro marcado no barcamp parece que está legal, mas também me lembra passado, parado e sorry não dá pra ouvir NADA. <em>O que? Quem? Ah?</em> Alguém fala do Publico! como solução para as novas idéias&#8230;Ah! Quem sabe um dia. Eu prefiro sonhar acordada agora.</p>
<p>Continuo navegando pelo meio&#8230; Acabo caindo onde o mestre alertou: numa sala afastada com gente falando de ponto cultura, espaço democratizado, apoio&#8230;Risos internos! Acho que o problema do Brasil é não saber o significado de apoio, capacitação, formação e colaboração. Sinto que quanto mais capacidade o camarada tem pra colaborar maior a probabilidade dele só fazer coisas viáveis. E, aqui nesse mundinho, quase nada é viável agora. OK. Você venceu. É raiva mesmo, mas passa.</p>
<p><em>Conseguiu chegar até aqui?<br />
Ah, então, </em><a href="http://fabiomalini.wordpress.com/2009/01/21/o-que-nos-blogueiros-somos/"><em>vai pra lá</em></a><em>.</em> O link é da palestra que ouvi hoje no meio do caos. Queria ter conhecido o cara depois, mas acabei saindo antes do fim&#8230; nem sei porque&#8230;Acho que foi fome. Mas foi um dos motivos que me levou a blogar, a sentir o quanto vale participar de uma festa solitária, cheia de gente, interligada por fios, sem conexão wi-fi&#8230;Valeu muito a pena a #Cparty de hoje! Agora ficou mais fácil identificar quem somos!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/146/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/146/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/146/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=146&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Agentes: mordomo ou mala direta?</title>
		<link>http://midiasocial.wordpress.com/2009/01/06/agentes-mordomo-ou-mala-direta/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 04:32:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ceilasantos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[agentes]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da interface]]></category>
		<category><![CDATA[steven johnson]]></category>

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		<description><![CDATA[cultura da interface, steven johnson, agentes, publicidade, padronização, caos<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=143&subd=midiasocial&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Estou quase chegando ao fim do  &#8220;velho&#8221; Cultura da Interface (ufa!) e, por isso, precisei recorrer ao sistema de busca para resgatar um dos capítulos mais interessantes do livro: <strong>Agentes!!! </strong>O resultado, desta vez, foi bem melhor que a busca feita no passado e acabei conhecendo dezenas de leitores do Steven Johnson<strong>. </strong>A maioria deles questiona o alerta do autor sobre os efeitos dos agentes digitais. <em></em></p>
<blockquote><p><em>Ops! Sorry! Também não tem idéia do que são esses tais agentes?</em><strong> <span style="color:#808080;">(Lógico que sei! Então pula o próximo parágrafo!)</span><br />
</strong></p></blockquote>
<blockquote><p>Eu não sabia quem eles eram quando a Polly já os antecipava no comentário feito no post<a href="http://midiasocial.wordpress.com/2008/11/12/fragmentos-da-cultura-da-interface-de-steve-johnson/"> Fragmentos da Cultura da Interface</a>. <span style="color:#000000;">Gostei muito da frase &#8211; </span><strong><em>O computador como personalidade, não como espaço</em></strong> &#8211; que Johnson usa para definir os recursos de programação que são os agentes da interface.  Ele acrescenta: <em>Chamamos essas novas criaturas &#8211; essas <strong>PERSONALIDADES DIGITAIS</strong> &#8211; de agentes. </em><span style="color:#000000;">Mas isso, fora do contexto, pode não dizer nada. Por isso, leia o resumo que a turma da <a href="http://novasteccom.blogspot.com/">Universidade Estadual de Londrina</a> fez<a href="http://novasteccom.blogspot.com/2008/04/cultura-da-interface-agentes_4085.html"> aqui</a> sobre quem são eles.</span></p></blockquote>
<p>Eu até viajei junto nas ameaças dos agentes viajantes, mas confesso que o alerta que mais me chamou atenção foi sobre a publicidade: <em><strong>O perigo tem mais a cara da mala direta que do mordomo? </strong></em>Outra frase que vale a pena registrar é: <em><strong>a propaganda vai se transformar na arte de controlar agentes, através de suborno ou pirataria! </strong></em>Não dá pra acompanhar Johnson sem pensar que a internet foi feita para sugar nossos desejos. Soa extremista demais, uma conspiração industrial, mas também um pouco óbvio<em><strong>, </strong></em>não?<em><strong> </strong></em></p>
<p>Talvez porque interpretei que Johnson coloca na balança dois caminhos divergentes: <strong>agentes </strong>da publicidade contra &#8220;avanços&#8221; da interface.  <em> &#8220;Precisamos de mapas rodoviários melhores no espaço-informação, não de um melhor serviço de entrega&#8221;<strong><br />
</strong></em></p>
<p>A sensação ainda é de que a publicidade, por aqui, brinca de pirataria  já que é raro receber uma mala direta de acordo com meus gostos e preferências, mas não podemos negar que os marketeiros descobriram os nichos e segmentos por meio das associações, certo? A boa notícia dada por Johnson é de que gostos não se traduzem simplesmente em fórmulas simples. Não é àtoa que a gente joga 70% das coisas na lixeira. Acho que jogo mais: 90%.</p>
<p>Mas ele já cita, na época, o potencial dos feedbacks e diz: <em>&#8220;vamos migrar do sistema idiotizante mas estável da mídia de massa para reino mais anárquico dos circuitos de feedback culturais&#8221;</em>. E conclui exatamente o que muita gente aqui e agora já sentiu na pele: a diversidade e mutação dos nossos gostos na era das máquinas do caos!</p>
<p><em></em></p>
<p><strong>PS: Vale a pena ler a resenha do livro escrita por <a href="http://www.andafter.org/publicacoes/resenha-critica-do-livro-equotcultura-da-interfaceequot-_711.html">Bianca Brancaleone</a>!</strong></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/midiasocial.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/midiasocial.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/midiasocial.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/midiasocial.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/midiasocial.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/midiasocial.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/midiasocial.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/midiasocial.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/midiasocial.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/midiasocial.wordpress.com/143/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=midiasocial.wordpress.com&blog=2993989&post=143&subd=midiasocial&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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